Fundação Ariel contra o SIDA Pediátrico

Esperança II

Nome do projecto: Projecto Esperança II
Províncias: Maputo e Cabo Delgado
Data de implementação: 2017–2021
Financiador: PEPFAR – Plano de Emergência do Presidente dos EUA para a Luta contra a SIDA

Após os avanços do Esperança I, tornou-se necessário consolidar os ganhos alcançados e responder aos novos desafios da epidemia de HIV, reforçando a adesão, a retenção e a qualidade dos cuidados. O Esperança II foi criado para aprofundar o apoio técnico e expandir modelos de cuidados diferenciados, promovendo sustentabilidade e liderança nacional.

Objetivos

Consolidar a resposta nacional ao HIV através do fortalecimento da qualidade dos serviços clínicos e comunitários, da retenção em TARV, da integração de serviços e do uso estratégico de dados para tomada de decisão em todos os níveis do sistema de saúde.

Descrição Geral

O Projecto Esperança II, financiado pelo PEPFAR/CDC e implementado pela Fundação Ariel entre 2017 e 2021, deu continuidade às intervenções iniciadas pelo Esperança I. O projeto concentrou-se em melhorar a qualidade dos serviços de HIV, reforçar a integração entre programas (HIV, TB, SRH e Nutrição), fortalecer a monitoria e avaliação, e expandir as ligações entre o nível clínico e comunitário.

Componentes Principais:

    • Qualidade de Cuidados e Tratamento: expansão do TARV e reforço da retenção e supressão viral;
    • Modelos Diferenciados de Cuidados (DSD): introdução de pacotes adaptados às necessidades de adultos, adolescentes e crianças;
    • Integração de Serviços: ligação entre HIV, TB, SRH e Nutrição;
    • Monitoria e Avaliação: melhoria da qualidade dos dados e uso para decisão;
    • Parcerias Comunitárias: fortalecimento das CBOs, FBOs e grupos de apoio comunitário.

Estratégias de Implementação

Atuação integrada com as autoridades provinciais e distritais de saúde, combinando assistência técnica contínua, formações em serviço, mentorias clínicas, apoio a brigadas móveis e mobilização comunitária. O projeto priorizou abordagens inovadoras como DSDM, Testar e Iniciar, carga viral de rotina e engajamento de “Mães Mentoras” e “Homens Campeões” para promover adesão e redução do estigma.

Resultados e Impacto:

0

Unidades Sanitárias apoiadas em Maputo e Cabo Delgado

0

Pessoas que fizeram o teste para HIV

0

Pessoas vivendo com HIV que iniciaram tratamento antirretroviral

0

Pessoas que iniciaram tratamento de Tuberculose

    • Introdução dos modelos diferenciados de cuidados para PVHIV;
    • Capacitação de mais de 1.500 profissionais de saúde em HIV, TB e M&A;
    • Integração de 100% das US TARV em sistemas eletrónicos de registo de pacientes.