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Fundação Ariel Glaser

A Nossa História

A Fundação Ariel Glaser (Fundação Ariel) é uma organização moçambicana filiada à Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), criada em 2011 no âmbito da estratégia de transição das atividades apoiadas pelo PEPFAR (Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da SIDA), transferindo a implementação de programas de combate ao HIV de ONGs internacionais para ONGs nacionais.

O surgimento da Fundação Ariel marcou um momento histórico na nacionalização da resposta ao HIV em Moçambique, resultando da transferência progressiva das atividades da EGPAF para uma instituição moçambicana independente, capaz de conduzir intervenções de saúde com excelência técnica, boa governação e sustentabilidade.

A Fundação foi oficialmente registada em fevereiro de 2011 e lançada publicamente em novembro do mesmo ano, após um processo faseado de transição iniciado em 2010, que abrangeu inicialmente Maputo Província e posteriormente Cabo Delgado. Desde então, os fundos do CDC/PEPFAR passaram a ser canalizados directamente para a Fundação Ariel, consolidando a sua autonomia operacional.

Actuando como parceiro clínico de implementação em Maputo, Província e Cabo Delgado, a Fundação Ariel apoia unidades sanitárias, serviços distritais e provinciais de saúde, organizações comunitárias e instituições de formação, contribuindo para o fortalecimento do sistema nacional de saúde.

Com o tempo, a Fundação expandiu o seu escopo para incluir Saúde Materno-Infantil, Saúde Sexual e Reprodutiva dos Adolescentes e Jovens, Saúde Mental, Tuberculose, Malária, Nutrição e Mitigação da Violência, adoptando uma abordagem integrada e centrada na família.

A Fundação Ariel Glaser é uma organização moçambicana de saúde pública, constituída em 2011, originalmente sob a designação de Fundação Ariel Glaser Contra o SIDA Pediátrico.

A sua criação ocorreu no âmbito da estratégia de transição das actividades apoiadas pelo PEPFAR, Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da SIDA, que promovia a transferência progressiva da implementação dos programas de resposta ao HIV de organizações internacionais para instituições nacionais.

Neste contexto, a Fundação assumiu progressivamente actividades anteriormente implementadas pela Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation.

O surgimento da Fundação representou um marco importante no processo de nacionalização da resposta ao HIV em Moçambique, ao estabelecer uma organização nacional com capacidade para liderar e implementar intervenções de saúde pública com qualidade técnica, boa governação, responsabilidade institucional e sustentabilidade.

O processo de transição teve início em 2010, na Província de Maputo, tendo sido posteriormente alargado a Cabo Delgado. A Fundação foi oficialmente registada em Fevereiro de 2011 e apresentada publicamente em Novembro do mesmo ano. A canalização directa de fundos do CDC e do PEPFAR para a Fundação constituiu um passo decisivo para a consolidação da sua capacidade técnica, administrativa, financeira e operacional.

Com o seu progressivo amadurecimento institucional, a Fundação consolidou uma identidade própria, tornando-se uma organização independente e plenamente moçambicana.

Ao longo dos anos, a Fundação Ariel Glaser fortaleceu a sua actuação como parceira do Governo de Moçambique e de outras instituições nacionais e internacionais. O seu trabalho inclui o apoio a unidades sanitárias, serviços distritais e provinciais de saúde, organizações da sociedade civil, organizações comunitárias e instituições de ensino e formação.

A partir da sua presença inicial nas províncias de Maputo e Cabo Delgado, a Fundação passou igualmente a desenvolver iniciativas noutras regiões do país, contribuindo para o fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde e para a melhoria da qualidade, da continuidade e da sustentabilidade dos serviços prestados às populações.

A Fundação ampliou também o seu âmbito de intervenção para além da resposta ao HIV pediátrico. Actualmente, desenvolve e apoia programas centrados na saúde da família, incluindo o HIV e outras doenças infecciosas, a saúde materna, neonatal, infantil e do adolescente, a saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes e jovens, a saúde mental e o apoio psicossocial, a nutrição, bem como a prevenção e resposta à violência baseada no género.

As suas intervenções assentam numa abordagem integrada, centrada nas pessoas, nas famílias e nas comunidades, valorizando a equidade, os direitos humanos, a participação comunitária e o fortalecimento das instituições nacionais.

Em 2026, a evolução da Fundação ganhou uma nova expressão institucional. A Fundação Ariel Glaser Contra o SIDA Pediátrico passou a designar-se Fundação Ariel Glaser, adoptando igualmente um novo logótipo, novas cores e uma nova identidade visual.

A nova denominação reflecte de forma mais clara a abrangência actual da organização e a sua adaptação às transformações estruturais, económicas e sociais do país. Esta mudança não representa uma ruptura com a sua história, mas a continuidade de um percurso de crescimento, aprendizagem e compromisso com as necessidades de saúde das populações moçambicanas.

Mantêm-se a essência da missão, os valores, a estrutura organizacional, a equipa, a liderança, as responsabilidades institucionais e as parcerias da Fundação.

A nova identidade preserva o “Jardim da Ariel”, pintura original de Ariel Glaser e símbolo da esperança, da coragem e da história que inspiram a organização desde a sua criação.

Hoje, a Fundação Ariel Glaser continua a trabalhar para fortalecer instituições, melhorar a qualidade e o acesso aos serviços de saúde e contribuir para a sobrevivência, o desenvolvimento, o bem estar e a qualidade de vida das crianças, das famílias e das comunidades moçambicanas.

Missão

Fortalecer as instituições públicas, privadas e da sociedade civil para a melhoria da sobrevivência infantil, através da capacitação, pesquisa, advocacia, educação e implementação de programas de saúde centrados na família.

Visão

Trabalhar de forma inovadora pela sobrevivência e qualidade de vida das crianças.

Valores

    • Amor
    • Responsabilidade
    • Integridade
    • Excelência
    • Lealdade

Selo “Made in Mozambique”

A Fundação Ariel Glaser orgulha-se de ter recebido o direito de uso do Selo “Made in Mozambique”, concedido pelo Ministério da Indústria e Comércio da República de Moçambique. Este selo distingue instituições que se destacam pela qualidade, excelência e contributo para o desenvolvimento do país.

A atribuição deste selo reafirma a identidade moçambicana da Fundação Ariel, o seu compromisso com a melhoria contínua e a promoção de serviços de saúde de qualidade, que refletem os valores, a competência e a dedicação de profissionais moçambicanos.

O selo “Made in Mozambique” representa não apenas um reconhecimento público, mas também um compromisso com a transparência, a inovação e o orgulho nacional, integrando a Fundação Ariel num grupo restrito de instituições que simbolizam o melhor de Moçambique.

Reconhecimento Internacional

Estatuto Consultivo junto do ECOSOC

Em 2025, a Fundação Ariel Glaser foi reconhecida pelas Nações Unidas com o Estatuto Consultivo Especial junto do Conselho Económico e Social (ECOSOC). Este reconhecimento reforça o papel da Fundação Ariel como parceira global na promoção da saúde, dos direitos das mulheres e das crianças, e do desenvolvimento sustentável. Através deste estatuto, a Fundação contribui para o diálogo internacional sobre políticas de saúde e equidade, partilhando a experiência adquirida em Moçambique na resposta ao HIV pediátrico, saúde materna e infantil, e combate à violência baseada no género.

Hoje, a Fundação Ariel é reconhecida como uma instituição moçambicana de referência, comprometida com a excelência técnica, boa governação e impacto sustentável, empenhada em contribuir para um futuro livre de HIV e de doenças evitáveis.

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Pessoas que fizeram o teste para HIV (incluindo 1 764 482 crianças e 2 807 666 mulheres grávidas e lactantes)

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Pessoas vivendo com HIV que iniciaram tratamento antirretroviral (incluindo 26 336 crianças e 88 357 mulheres grávidas e lactantes)

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Pessoas que iniciaram tratamento de Tuberculose (incluindo 14 674 crianças)

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Pessoas que iniciaram PrEP

Projectos

(Mapa interactivo dos projectos)

Pesquisa
Maputo:
Victoria
Esperança 1
Esperança 2
Inguissa (Matola, Marracuene)
Cabo Delgado:
Victoria
Esperança 1
Esperança 2
SMI/PTV Móvel (Chiúre, Palma, Mueda)
Karibu (Mueda, Muidumbe, Nangade)
Nampula:
MCAPS (Malária)
FORTE (TB)
Tete:
FORTE (TB)
Niassa:
Nutrição (WFP): Lichinga, Cuamba, Lago, Chimbunila, Mandimba, Mavago, Muembe, Mecanhelas